FLAIZA,GENILSON E NANDA
quinta-feira, 28 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Estresse do professor
29/05/2006
Síndrome de Burnout é uma das causas do esgotamento profissional de docentes
Com a aproximação das férias é comum o sentimento de cansaço e fadiga, ambos resultados do esgotamento físico e psicológico do ser humano. Muito além deste tradicional ciclo, porém, cada vez mais pessoas têm sofrido com o estresse profissional, especialmente aquelas que se interrelacionam com outras pessoas para o desempenho de sua função. Um bom exemplo disso é o professor, que tem sido apontado como uma das maiores vítimas do estresse profissional, mais conhecido como Síndrome de Burnout.
A Síndrome de Burnout é causada por circunstâncias relativas às atividades profissionais, ocasionando sintomas físicos, comportamentais, afetivos e cognitivos. Inicialmente foi observada em trabalhadores da área da saúde que desempenham uma função assistencial, caracterizada por um estado de atenção intenso e prolongado com pessoas em situação de necessidade e dependência. Com o passar do tempo, pôde ser identificada em outras profissões, entre elas a de professor.
De acordo com a pesquisadora do Laboratório de Psicologia do Trabalho da UnB (Universidade de Brasília), Iône Vasques-Menezes, no caso do professor, a razão para a incidência da síndrome está ligada, sobretudo, à falta de reconhecimento. "A desvalorização do professor, seja ela por parte do sistema, dos alunos e da própria sociedade, é um dos maiores agentes para a ocorrência do Burnout", explica.
O Burnout em professores pode ser caracterizado por um estresse crônico produzido pelo contato com as demandas do ambiente acadêmico e suas problemáticas. Para a pesquisadora, especialmente aquelas que não dependem apenas da ação dos docentes para serem resolvidas. "Existem problemas que estão muito além da ação direta dos professores, principalmente onde há uma situação de degradação do sistema. Nestes casos, a sensação de impotência é mais acentuada", revela.
Além disso, o posicionamento dos alunos em sala de aula também contribui para um maior desgaste. Em muitos casos, a indisciplina é a grande responsável por uma eventual sensação de frustração e até a desmotivação do profissional. Segundo Iône, não são raros os professores que se queixam da falta de interesse dos alunos e assumem a culpa por este fato acreditando que deveriam dominar as mais diferentes técnicas para estimular o aprendizado.
Um exemplo disso é o depoimento, abaixo, do professor da UnisantïAnna, Fernando Pachi, de São Paulo.
"Acredito que a situação de maior estresse para o professor continua sendo a indisciplina em sala de aula. Mediar a relação com os alunos fica dez vezes mais desgastante em situações em que você tem de chamar a atenção, interromper a aula, pensar sempre como motivar os alunos, erguer o tom de voz. Tudo isso contribui ao longo do tempo - podem ser em meses - para uma situação de estresse e desmotivação. Isso porque o foco é sempre motivar os alunos! Aí a cobrança interna fica também bem maior, e vem uma certa sensação de fracasso quando os resultados esperados não são atingidos, ou seja, quando o curso não corre bem, por conta de uma "interação em sala de aula mal resolvida".
? importante destacar que os alunos também desempenham um papel de extrema importância no aprendizado, sejam estes de ensino fundamental, médio ou superior. Neste último caso, embora ainda em menor escala do que no ambiente escolar, tem sido freqüente a incidência de casos do Burnout - ainda que os professores não possam ser considerados os únicos responsáveis pelo desempenho de uma turma ou de determinados alunos, seja ele bom ou ruim. (Leia mais no link "Orientador e não detentor único do conhecimento").
O peso do Burnout
O fato mais curioso na síndrome de Burnout é que ela atinge trabalhadores motivados, que reagem a este desequilíbrio trabalhando ainda mais. "Farber, um dos pesquisadores do Burnout discute como tema central deste sofrimento a discrepância entre o que o trabalhador investe no trabalho e aquilo que ele recebe, ou seja, os resultados obtidos. Por isso, voltamos à questão do não reconhecimento e desvalorização do professor", lembra Iône.
O modelo de progressão do Burnout é composto pelas seguintes etapas: a fase de idealismo e entusiasmo, com expectativas excessivas a respeito do trabalho; fase de progressivo estancamento e queda a respeito das expectativas iniciais; decepção e frustração e, por fim, a fase de apatia, ou seja, atitudes negativas frente ao trabalho.
Segundo Iône, é importante estar atento a esta síndrome, porque além do esgotamento psicológico, despersonalização dos profissionais e disfunções no desempenho profissional, o Burnout pode causar ainda complicações de saúde decorrentes do stress crônico e deterioração da qualidade de vida.
Com isso, a pesquisadora destaca a importância de treinar habilidades de auto-controle, identificação de pensamentos negativos, controle do estresse, utilização de apoio social com a equipe, além de trabalhar a informação sobre os aspectos de sua carência como profissional. "Estas seriam algumas das alternativas para combater o estresse profissional na busca pelo bem-estar e melhor qualidade de vida", encerra.
A Síndrome de Burnout é causada por circunstâncias relativas às atividades profissionais, ocasionando sintomas físicos, comportamentais, afetivos e cognitivos. Inicialmente foi observada em trabalhadores da área da saúde que desempenham uma função assistencial, caracterizada por um estado de atenção intenso e prolongado com pessoas em situação de necessidade e dependência. Com o passar do tempo, pôde ser identificada em outras profissões, entre elas a de professor.
De acordo com a pesquisadora do Laboratório de Psicologia do Trabalho da UnB (Universidade de Brasília), Iône Vasques-Menezes, no caso do professor, a razão para a incidência da síndrome está ligada, sobretudo, à falta de reconhecimento. "A desvalorização do professor, seja ela por parte do sistema, dos alunos e da própria sociedade, é um dos maiores agentes para a ocorrência do Burnout", explica.
O Burnout em professores pode ser caracterizado por um estresse crônico produzido pelo contato com as demandas do ambiente acadêmico e suas problemáticas. Para a pesquisadora, especialmente aquelas que não dependem apenas da ação dos docentes para serem resolvidas. "Existem problemas que estão muito além da ação direta dos professores, principalmente onde há uma situação de degradação do sistema. Nestes casos, a sensação de impotência é mais acentuada", revela.
Além disso, o posicionamento dos alunos em sala de aula também contribui para um maior desgaste. Em muitos casos, a indisciplina é a grande responsável por uma eventual sensação de frustração e até a desmotivação do profissional. Segundo Iône, não são raros os professores que se queixam da falta de interesse dos alunos e assumem a culpa por este fato acreditando que deveriam dominar as mais diferentes técnicas para estimular o aprendizado.
Um exemplo disso é o depoimento, abaixo, do professor da UnisantïAnna, Fernando Pachi, de São Paulo.
"Acredito que a situação de maior estresse para o professor continua sendo a indisciplina em sala de aula. Mediar a relação com os alunos fica dez vezes mais desgastante em situações em que você tem de chamar a atenção, interromper a aula, pensar sempre como motivar os alunos, erguer o tom de voz. Tudo isso contribui ao longo do tempo - podem ser em meses - para uma situação de estresse e desmotivação. Isso porque o foco é sempre motivar os alunos! Aí a cobrança interna fica também bem maior, e vem uma certa sensação de fracasso quando os resultados esperados não são atingidos, ou seja, quando o curso não corre bem, por conta de uma "interação em sala de aula mal resolvida".
? importante destacar que os alunos também desempenham um papel de extrema importância no aprendizado, sejam estes de ensino fundamental, médio ou superior. Neste último caso, embora ainda em menor escala do que no ambiente escolar, tem sido freqüente a incidência de casos do Burnout - ainda que os professores não possam ser considerados os únicos responsáveis pelo desempenho de uma turma ou de determinados alunos, seja ele bom ou ruim. (Leia mais no link "Orientador e não detentor único do conhecimento").
O peso do Burnout
O fato mais curioso na síndrome de Burnout é que ela atinge trabalhadores motivados, que reagem a este desequilíbrio trabalhando ainda mais. "Farber, um dos pesquisadores do Burnout discute como tema central deste sofrimento a discrepância entre o que o trabalhador investe no trabalho e aquilo que ele recebe, ou seja, os resultados obtidos. Por isso, voltamos à questão do não reconhecimento e desvalorização do professor", lembra Iône.
O modelo de progressão do Burnout é composto pelas seguintes etapas: a fase de idealismo e entusiasmo, com expectativas excessivas a respeito do trabalho; fase de progressivo estancamento e queda a respeito das expectativas iniciais; decepção e frustração e, por fim, a fase de apatia, ou seja, atitudes negativas frente ao trabalho.
Com isso, a pesquisadora destaca a importância de treinar habilidades de auto-controle, identificação de pensamentos negativos, controle do estresse, utilização de apoio social com a equipe, além de trabalhar a informação sobre os aspectos de sua carência como profissional. "Estas seriam algumas das alternativas para combater o estresse profissional na busca pelo bem-estar e melhor qualidade de vida", encerra.
sábado, 5 de março de 2011
HISTÓRINHA DE PASCOA
Atividade: hora do conto. (contar a história e após questionar os alunos).
O coelhinho que não era de Páscoa
Ruth Rocha
Vivinho era um coelhinho. Branco, redondo, fofinho.Todos os dias Vivinho ia à escola com seus irmãos.Aprendia a pular, aprendia a correr...Aprendia qual a melhor couve para se comer.Os coelhinhos foram crescendo,
chegou a hora de escolherem uma profissão.Os irmãos de vivinho já tinham resolvido:- Eu vou ser coelho de Páscoa como meu pai.- Eu vou ser coelho de Páscoa, como o meu avô.- Eu vou ser coelho de Páscoa como meu bisavô.E todos queriam ser coelhos de Páscoa,
como o trisavô, o tataravô, como todos os avôs.Só Vivinho não dizia nada.
Os pais perguntavam, os irmãos indagavam:- E você Vivinho, e você?- Bom – dizia Vivinho – eu não sei o que quero ser.Mas sei o que não quero: Ser coelho de Páscoa.O pai de Vivinho se espantou, a mãe se escandalizou e desmaiou:- OOOOOHHHHH!!!Vivinho arranjou uma porção de amigos:O beija-flor Florindo, Julieta a borboleta, e a abelha Melinda.
- Onde é que já se viu coelho brincar com abelha?- Os irmãos de Vivinho diziam.Os pais de Vivinho se aborreciam:- Um coelho tem que ter uma profissão.Onde é que nós vamos parar com essa vadiação?
- Não se preocupem – Vivinho dizia
– estou aprendendo uma ótima profissão.- Só se ele está aprendendo a voar – os pais de Vivinho diziam.- Só se ele está aprendendo a zumbir – os irmãos de Vivinho caçoavam.Vivinho sorria e saía, pula, pulando
para se encontrar com seus amigos.O tempo passou. A Páscoa estava chegando.Papai e Mamãe Coelho foram comprar os ovos para distribuir.Mas as fábricas tinham muitas encomendas.
Não tinham mais ovinhos para vender.Em todo lugar a resposta era a mesma:- Tudo vendido. Não temos mais nada...O casal Coelho foi a tudo que foi fabrica da floresta.Do seu Antão, do seu João, do seu Simão, do seu Veloso, do seu Matoso,do seu Cardoso, do seu Tônio, do seu Petrônio, seu Sinfrônio.Mas a resposta era sempre a mesma:- Tudo vendido seu Coelho, tudo vendido...
Os dois voltaram pra casa desanimados.- Ora essa. Isso nunca aconteceu...- Não podemos despontar as crianças...- Mas nós já fomos a todas as fábricas. Não tem jeito, não...Os irmãos do coelhinho estavam tristes:- Nossa primeira distribuição... Ai que tristeza no coração!...
Vivinho vinha chegando com Melinda.- Por que não fazemos os ovos nós mesmos?- É que nós não sabemos.
Coelho de Páscoa sabe distribuir ovos. Não sabe fazer!
- Pois eu sei – disse Vivinho- Eu sei.- Será que ele sabe? – disse o Pai?- Ele disse que sabe – disseram os irmãos.- Ele sabe, ele sabe – disse a mãe.- E como você aprendeu? – perguntaram todos.- Com meus amigos. Eu não disse que estava aprendendo uma profissão?Pois eu aprendi a tirar o pólen das flores com Julieta e Florindo.E Melinda é a maior doceira do mundo. Me ensinou a fazer tudo o que é doce...A casa da família Coelho virou uma verdadeira fábrica.Todos ajudavam: Papai Coelho, Mamãe Coelha e os coelhinhos...e os amiguinhos também:florindo o beija-flor, a borboleta Julieta e
a abelha Melinda, a maior doceira do mundo.E era Vivinho quem comandava o trabalho.E quando a Páscoa chegou, estavam todos preparados.As cestas de ovos estavam prontas.
E os pais de Vivinho estavam contentes.A mãe de vivinho disse:- Agora, nosso filho tem uma profissão.E o pai de Vivinho falou:- Cada deve seguir a sua vocação...
chegou a hora de escolherem uma profissão.Os irmãos de vivinho já tinham resolvido:- Eu vou ser coelho de Páscoa como meu pai.- Eu vou ser coelho de Páscoa, como o meu avô.- Eu vou ser coelho de Páscoa como meu bisavô.E todos queriam ser coelhos de Páscoa,
como o trisavô, o tataravô, como todos os avôs.Só Vivinho não dizia nada.
Os pais perguntavam, os irmãos indagavam:- E você Vivinho, e você?- Bom – dizia Vivinho – eu não sei o que quero ser.Mas sei o que não quero: Ser coelho de Páscoa.O pai de Vivinho se espantou, a mãe se escandalizou e desmaiou:- OOOOOHHHHH!!!Vivinho arranjou uma porção de amigos:O beija-flor Florindo, Julieta a borboleta, e a abelha Melinda.
- Onde é que já se viu coelho brincar com abelha?- Os irmãos de Vivinho diziam.Os pais de Vivinho se aborreciam:- Um coelho tem que ter uma profissão.Onde é que nós vamos parar com essa vadiação?
- Não se preocupem – Vivinho dizia
– estou aprendendo uma ótima profissão.- Só se ele está aprendendo a voar – os pais de Vivinho diziam.- Só se ele está aprendendo a zumbir – os irmãos de Vivinho caçoavam.Vivinho sorria e saía, pula, pulando
para se encontrar com seus amigos.O tempo passou. A Páscoa estava chegando.Papai e Mamãe Coelho foram comprar os ovos para distribuir.Mas as fábricas tinham muitas encomendas.
Não tinham mais ovinhos para vender.Em todo lugar a resposta era a mesma:- Tudo vendido. Não temos mais nada...O casal Coelho foi a tudo que foi fabrica da floresta.Do seu Antão, do seu João, do seu Simão, do seu Veloso, do seu Matoso,do seu Cardoso, do seu Tônio, do seu Petrônio, seu Sinfrônio.Mas a resposta era sempre a mesma:- Tudo vendido seu Coelho, tudo vendido...
Os dois voltaram pra casa desanimados.- Ora essa. Isso nunca aconteceu...- Não podemos despontar as crianças...- Mas nós já fomos a todas as fábricas. Não tem jeito, não...Os irmãos do coelhinho estavam tristes:- Nossa primeira distribuição... Ai que tristeza no coração!...
Vivinho vinha chegando com Melinda.- Por que não fazemos os ovos nós mesmos?- É que nós não sabemos.
Coelho de Páscoa sabe distribuir ovos. Não sabe fazer!
- Pois eu sei – disse Vivinho- Eu sei.- Será que ele sabe? – disse o Pai?- Ele disse que sabe – disseram os irmãos.- Ele sabe, ele sabe – disse a mãe.- E como você aprendeu? – perguntaram todos.- Com meus amigos. Eu não disse que estava aprendendo uma profissão?Pois eu aprendi a tirar o pólen das flores com Julieta e Florindo.E Melinda é a maior doceira do mundo. Me ensinou a fazer tudo o que é doce...A casa da família Coelho virou uma verdadeira fábrica.Todos ajudavam: Papai Coelho, Mamãe Coelha e os coelhinhos...e os amiguinhos também:florindo o beija-flor, a borboleta Julieta e
a abelha Melinda, a maior doceira do mundo.E era Vivinho quem comandava o trabalho.E quando a Páscoa chegou, estavam todos preparados.As cestas de ovos estavam prontas.
E os pais de Vivinho estavam contentes.A mãe de vivinho disse:- Agora, nosso filho tem uma profissão.E o pai de Vivinho falou:- Cada deve seguir a sua vocação...
ATIVIDADE PÁSCOA
NOVA MÚSICA: “A história da cabana” (Xuxa 3) após assistir a música no dvd.
Na cabana da floresta
morava uma linda garotinha
um coelhinho bateu na porta
pedindo ajuda:- Socorro! Socorro, por favor! Estou fugindo do caçador!
- Coelhinho pode entrar que eu vou te salvar.
Bis.
Debater:Sobre a importância dos animais;
Sobre a caça;
Sobre a solidariedade;
Dramatização: encenar a música, montando um cenário com os alunos representando a casa e a floresta.
Obs: repetir várias vezes a cena, até que todos participem.
Confecção do cartaz do coelho.Materiais: cartolina e muc.
Bis.
Debater:Sobre a importância dos animais;
Sobre a caça;
Sobre a solidariedade;
Dramatização: encenar a música, montando um cenário com os alunos representando a casa e a floresta.
Obs: repetir várias vezes a cena, até que todos participem.
Confecção do cartaz do coelho.Materiais: cartolina e muc.
Desenvolvimento: fazer o desenho do coelho com uma cesta, no tamanho de uma cartolina. Pedir para os alunos colorir os ovos desenhados no papel e após recortá-los para colá-los na cesta do coelho. Fixar o cartaz na porta da sala.
PROJETO PÁSCOA ED. INFANTIL
O presente projeto, pretende através da realização de uma série de atividades, colocar as crianças em contato, com uma das tradições brasileira, que é a Páscoa, mostrando o verdadeiro significado, sentido espiritual e não o comercial.
JUSTIFICATIVA: Proporcionar as crianças o entendimento (o vivenciar) o significado da Páscoa.
PRODUÇÃO FINAL:
EXPOSIÇÃO DOS TRABALHOS DAS TURMAS.
MOVIMENTO SOCIAL (APRESENTAÇÃO DAS TURMAS)
4 – OBJETIVOS TERMINAIS:
Entender o significado da Páscoa;
Diferenciar o sentido espiritual do comercial;
Propor as boas ações, a solidariedade.
5 – CONTEÚDOS
Conceituais:
Conhecer a origem da Páscoa.
Perceber que é muito bom realizar boas ações, e que isto nos faz sermos pessoas melhores.
Procedimentais:
Dramatização;
Confecção de bombons (trabalhar a receita);
Memorização de quadrinhas, coro falado, etc.
Cantar músicas referentes ao tema;
Elaborar textos referentes ao tema;
Pesquisas;
Sucatas;
Confecção de cartazes;
Recorte e colagem;
dobraduras
3. Atitudinais:
Participação nas atividades propostas;
Crítico diante do comércio que envolve a Páscoa;
Conscientização da importância do significado da Páscoa em nossa vida.
Adquirir o ato das boas ações de forma espontânea e rotineira.
6 – ETAPAS PREVISTAS:
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA:
Levantamento do conhecimento da criança sobre o tema:
Produção de Textos coletivos;
Conversas informais;
Leitura de quadrinhas, poesias;
Escrita espontânea;
Leitura de história sobre o tema;
Coro-falado.
MATEMÁTICA:
Cores;
Estatísticas;
Problemas;
Correspondência.
ARTES VISUAIS
Modelagem
Desenho e pintura
Molde vazado
Recorte e colagem
Dobradura
MÚSICA:
Roda cantada
Música referente ao tema
Banda
MOVIMENTO:
Dança;
Pequenos jogos;
Bibliografia:
COLEÇÃO NANA NENÊ – UMA HISTÓRIA PARA CADA DIA.
MÊS DE MARÇO E ABRIL.
COLEÇÃO: O DIA-A-DIA DO PROFESSOR VOLUME 1-4-7.
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